A Repressão à Fraude divulgou os dados das fiscalizações realizadas em 2024, com o setor petrolífero que está entre os mais controlados.
Foram realizadas 8.249 verificações, mas apenas 1.074 foram analíticas em amostras de azeite colhidas pelo ICQRF.
Significativo que um óleo em cada quatro, precisamente 23%, foi considerado irregular em análises laboratoriaiso valor mais elevado depois do setor da carne.
Ainda relativamente a outros dados de fiscalização, o setor do azeite é aquele que apresenta problemas mais críticos.
O 14,8% dos produtos examinadosnão apenas analiticamente, mas também por etiqueta e outras regras administrativas, não é compatível. Um operador em cada cinco19,1%, recebeu pelo menos um relatório ou aviso.
Pior que o sector do azeite, só fabricam carne e bebidas espirituosas.
Mas acima de tudo, o azeite domina absolutamente quando se trata de notícias do crimebem 72 aqueles emitidos em 2024, em comparação com 28 no setor de laticínios e 18 no setor vitivinícola. Se excluirmos o setor vitivinícola que teve 202 apreensões, o azeite é o setor que regista o maior número de produtos apreendidos: 76.
O conjunto de dados dos controlos ao sector do azeite efectuados pelo ICQRF em 2024 demonstram como o sector necessita de uma vigilância contínua e muito cuidadosa, dado o nível muito elevado de irregularidades contestadas, que o tornam um sector alto risco de fraude.