A história do azeite é muito antiga e o lagar mais antigo que se conhece tem 8.000 anos.
A pesquisa arqueológica israelense descobriu evidências de óleo em ânforas que datam de 5.800 aC na baixa Galiléia.
No entanto, a utilização da oliveira pelo homem é muito mais antiga.
O uso mais antigo de oliveira e madeira em África remonta a cerca de 100.000 anos atrás. Estas descobertas sugerem a presença de oliveiras na costa atlântica de Marrocos durante a maior parte do último período glaciar, e a utilização de azeitonas pelos primeiros Homo sapiens como combustível e provavelmente para consumo.
O estudo, publicado pela NaturePlants e escrito por uma equipa de cientistas internacionais, mostrou evidências de oliveiras selvagens nas grutas de Rabat-Temara, um sítio arqueológico de grande relevância na costa atlântica de Marrocos.
Os investigadores descobriram alguns dos vestígios mais antigos de oliveiras selvagens no Mediterrâneo e os mais antigos de África.
Dos fragmentos de carvão identificados pelos investigadores, 72 por cento eram da variedade selvagem de Olea europaea.
Fragmentos de azeitonas foram encontrados nas chaminés. Isso levou os cientistas a acreditar que as azeitonas estavam sendo comidas e os caroços jogados no fogo.