Azeite virgem extra não é remédio: a posição de Franco Berrino

Dez gramas por dia de azeite virgem extra reduzem a mortalidade em 10%. De acordo com um grande estudo espanhol, o uso regular de azeite reduz a mortalidade em quase 50% para pessoas com doenças cardiovasculares. Portanto consumir azeite reduz as doenças cardiovasculares, reduz a diabetes e segundo alguns estudos, mas não todos, reduz a incidência de cancro. O azeite é um verdadeiro produto que salva vidas, pois contém substâncias protetoras, antiinflamatórias e antioxidantes.

Assim disse Franco Berrino na Arena di Verona para a celebração do prêmio Città Torri del Benaco.

No entanto, o azeite virgem extra não é um medicamento, mas “um alimento que ajuda a prevenir doenças.”

Franco Berrino, no entanto, é também uma personagem conhecida pelas suas opiniões controversas e muito questionáveis, entre as quais “a monocultura da oliveira revelou-se recentemente um desastre, a infecção pela Xylella depende do facto de em enormes extensões de território só existirem oliveiras”.

Porém, a mensagem de Berrino sobre a qualidade do azeite é indiscutível: “Quando você ouve um formigamento na boca isso significa a presença de um poderoso anti-inflamatório, que é definitivamente um óleo de qualidade”.

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